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Câncer de Vulva
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Tratamento do Câncer Vulvar

O câncer vulvar ocorre principalmente em mulheres com mais de 50 anos, mas pode afetar mulheres mais jovens, a partir dos 30 anos. Os métodos de tratamento incluem cirurgia local, linfadenectomia, radioterapia, quimioterapia e tratamentos direcionados. O tratamento atrasado pode levar a metástases linfáticas e distantes, aumentando a complexidade do tratamento e afetando a taxa de sobrevivência.

Métodos de Tratamento Emergentes

Tratamento de Reconstrução Imunológica Celular

O tratamento de reconstrução imunológica celular ativa as células imunológicas do paciente para reconhecer e eliminar os restos ou pequenas lesões de câncer vulvar, mostrando boa eficácia no auxílio da recuperação pós-cirúrgica e no controle da recidiva. Este tratamento tem a vantagem de ser altamente direcionado e apresentar efeitos colaterais baixos, sendo adequado para prevenção de recidiva ou como tratamento adjuvante precoce.

Células CAR-T ou CIK aumentam a capacidade de reconhecer células tumorais.

Quando combinado com radioterapia, pode aumentar a sensibilidade imunológica.

Pode eliminar resíduos pós-cirúrgicos e reduzir a taxa de recidiva nos linfonodos inguinais.

Pode retardar a progressão da doença e alcançar controle estável por anos.

Durante o tratamento, pacientes com câncer frequentemente enfrentam problemas como comprometimento imunológico, risco aumentado de infecção e recuperação lenta durante os tratamentos tradicionais como cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Para ajudar os pacientes a melhor suportar o tratamento e melhorar sua tolerância e qualidade de vida, é necessário um plano de reconstrução imunológica, planejado em diferentes ciclos.

● Plano de Curto Prazo: Aumento rápido da imunidade por meio da infusão de células imunológicas, melhorando a eficácia do tratamento antitumoral.

● Plano de Médio Prazo: Reduzir os efeitos colaterais dos tratamentos tradicionais, promover a recuperação do corpo e completar o ciclo terapêutico conforme os padrões.

● Plano de Longo Prazo: Aumento da imunidade por meio da reconstrução de células imunológicas, reconstrução imunológica intestinal, reconstrução de elementos e reconstrução imunonutricional, para melhorar a qualidade de vida e prolongar a expectativa de vida.

Métodos de Tratamento Tradicionais

1. Ressecção Cirúrgica

A cirurgia é o tratamento de escolha, com a remoção do tumor e linfonodos inguinais. Lesões menores podem ser tratadas com excisão local, enquanto lesões mais extensas exigem cirurgia reconstrutiva para restaurar a estrutura vulvar e preservar a função.

2. Radioterapia

A radioterapia é usada após a cirurgia para tratar resíduos ou em casos com linfonodos positivos, podendo também ser a principal opção para pacientes não operáveis. A tecnologia moderna de radioterapia (como IMRT) permite um posicionamento preciso, protegendo os tecidos normais ao redor.

3. Quimioterapia e Terapia Alvo

Pacientes com câncer vulvar em estágio avançado podem se beneficiar de quimioterapia com cisplatina ou taxanos, em combinação com medicamentos direcionados ao EGFR ou à via PI3K, o que pode melhorar o controle da doença, sendo eficaz para pacientes que não podem ser operados ou para os que não respondem à radioterapia.

4. Tratamento Minimamente Invasivo

Em pacientes mais velhas ou com recidiva após a cirurgia, métodos como ablação por radiofrequência ou laser podem ser usados para tratamento paliativo. Esses métodos têm um baixo risco de complicações e proporcionam recuperação rápida, mas são mais indicados para alívio dos sintomas do que para cura definitiva.

5. Reabilitação e Apoio Psicológico

Após o tratamento, a reabilitação é necessária para melhorar a função vulvar e a qualidade da vida sexual, e o apoio psicológico é essencial para ajudar a aliviar a ansiedade e as questões relacionadas à imagem corporal.

Conclusão

Especialistas do Centro Médico Internacional Joint Life acreditam que o câncer vulvar requer um plano de tratamento individualizado e recomendam a combinação de reconstrução imunológica celular com tratamentos convencionais para melhorar as taxas de cura, reduzir as recidivas e melhorar a qualidade de vida do paciente. O acompanhamento a longo prazo e a reabilitação funcional também são fundamentais.