O câncer vulvar é um tumor maligno que ocorre nas estruturas da região vulvar feminina (como os grandes e pequenos lábios, clitóris e períneo), sendo predominantemente do tipo carcinoma espinocelular. É mais comum em mulheres com mais de 50 anos, com lesões iniciais localizadas, mas com potencial de invasão crescente à medida que o tumor se desenvolve, podendo se espalhar para os linfonodos ou estruturas adjacentes, requerendo tratamento multimodal.
O câncer vulvar tem uma taxa de incidência anual de aproximadamente 1-2 por 100.000 em países desenvolvidos, sendo mais comum na Europa e na América do Norte. Países do sudeste asiático, como Tailândia e Vietnã, têm taxas ligeiramente mais altas, possivelmente relacionadas à infecção por HPV e condições de saúde, embora ainda seja um tumor de baixa incidência em geral.
Nos Estados Unidos, são diagnosticados anualmente cerca de 6.900 novos casos de câncer vulvar, e aproximadamente 1.630 mortes ocorrem a cada ano devido a esse tipo de câncer. A maioria dos casos é diagnosticada em estágios iniciais. A distribuição dos estágios no momento do diagnóstico é a seguinte: 59% dos casos estão limitados ao local primário, 30% têm disseminação para órgãos locais e linfonodos, e 6% apresentam metástases à distância. Nos Estados Unidos, a taxa de sobrevida em 5 anos após o diagnóstico é de 72,1%, com a idade média de falecimento aos 78 anos.
1. Destruição local e dor
O câncer vulvar pode formar nódulos ou úlceras na região vulvar, causando sangramentos, secreção e dor persistente, dificultando atividades diárias como sentar e ficar de pé.
2. Risco de metástase linfonodal
A maioria dos casos é do tipo carcinoma espinocelular, que frequentemente afeta os linfonodos inguinais, levando ao aumento local ou dor, o que agrava o prognóstico.
3. Impacto psicossocial
Por se tratar de uma área íntima e sensível, a doença pode causar sentimentos de vergonha, baixa autoestima e ansiedade, afetando a vida sexual e os relacionamentos interpessoais.
4. Dificuldade no tratamento
Se o tumor não for bem delimitado ou se houver recidiva, a necessidade de expandir a área cirúrgica pode comprometer a função e a integridade da região vulvar.
A terapia celular de reconstrução imunológica é um tratamento que envolve a amplificação e ativação das células imunológicas do próprio paciente (como células CAR-T, CIK, entre outras) para aumentar a capacidade do sistema imunológico de reconhecer e eliminar as células cancerígenas do câncer vulvar. Pode ser usada como tratamento adjuvante após a cirurgia ou em pacientes com recidiva, para reduzir os focos remanescentes, ativando células imunológicas infiltradas no tumor e aumentando a taxa de controle a longo prazo e melhorando a qualidade de vida.
Durante o tratamento, pacientes com câncer frequentemente enfrentam perda da função imunológica, aumento do risco de infecção e recuperação lenta após a cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Para ajudar os pacientes a suportar melhor o processo de tratamento e melhorar sua tolerância e qualidade de vida, é necessário elaborar um plano de reconstrução imunológica em fases, com ciclos de tratamento definidos.
● Plano de curto prazo: Aumentar rapidamente a imunidade com infusão de células imunológicas, melhorando a eficácia do tratamento antitumoral.
● Plano de médio prazo: Reduzir os efeitos colaterais do tratamento tradicional, promover a recuperação física e concluir o ciclo de tratamento convencional.
● Plano de longo prazo: Melhorar a imunidade geral com reconstrução das células imunológicas, imunidade intestinal, reposição de elementos e nutrição imunológica, aumentando a qualidade de vida e prolongando a sobrevida.
1. Ressecção cirúrgica
A cirurgia é o principal tratamento para o câncer vulvar, incluindo ressecção local, ressecção ampla e linfadenectomia inguinal. O objetivo da cirurgia é remover completamente o tecido tumoral, preservando ao máximo a função e a aparência da região vulvar.
2. Radioterapia
A radioterapia usa radiação para destruir as células tumorais, podendo ser usada sozinha ou em combinação com a cirurgia. A radioterapia é indicada como tratamento auxiliar pré-operatório, pós-operatório ou para tratamento paliativo em estágios avançados do câncer vulvar.
3. Quimioterapia
A quimioterapia envolve a administração intravenosa de medicamentos para matar as células cancerígenas, podendo ser usada isoladamente ou em combinação com cirurgia e radioterapia. Os medicamentos quimioterápicos circulam por todo o corpo, alcançando qualquer parte onde o câncer possa ter se espalhado.
4. Quimioterapia e tratamento alvo
Para pacientes com câncer avançado ou metastático, o regime convencional inclui medicamentos à base de platina combinados com paclitaxel. Medicamentos experimentais que visam as vias EGFR ou PI3K estão sendo explorados em ensaios clínicos.
Embora o câncer vulvar seja um tipo raro de câncer, ele afeta significativamente a saúde física e psicológica. O diagnóstico precoce e o tratamento multimodal são essenciais para o controle da doença. Especialistas do Centro Médico Internacional de Vida Conjunta recomendam que os pacientes sigam um plano de tratamento combinado, incluindo terapia celular de reconstrução imunológica, cirurgia e radioterapia, para garantir a remoção máxima do tumor e reduzir o risco de recidiva, melhorando a qualidade de vida.