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Câncer de Pele
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Visão geral do câncer de pele

O câncer de pele é uma doença maligna originada em diferentes camadas celulares da pele (como melanócitos, células basais ou células escamosas), incluindo melanoma e não-melanoma, como carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular. É frequentemente associado à exposição prolongada à radiação ultravioleta, inflamações cutâneas ou fatores genéticos. Embora alguns tipos cresçam lentamente, se não tratados a tempo, podem invadir profundamente e se espalhar, afetando a função dos órgãos e a segurança da vida.

Taxa de incidência nos países ao redor do mundo

A taxa de casos novos de câncer de pele está aumentando globalmente, com as maiores taxas de incidência observadas na Austrália, nos Estados Unidos e em países nórdicos. No sudeste da Ásia, devido à intensidade da radiação ultravioleta e ao aumento de populações que trabalham ao ar livre, regiões como Tailândia e Filipinas também têm apresentado tendência crescente, com instituições médicas promovendo continuamente a educação sobre proteção solar e a implementação de mecanismos de triagem.

Principais danos

1. Invasão local e danos aos órgãos

Alguns cânceres de pele com proliferação intensa podem destruir os tecidos locais, como no caso do melanoma que, se não tratado, pode invadir profundamente, causando úlceras e infecções, afetando até as articulações e músculos.

2. Metástase para outras partes do corpo com consequências graves

Melanoma maligno pode se espalhar para órgãos como pulmões, fígado e cérebro, através da linfa ou do sangue, prejudicando sua função e dificultando o tratamento.

3. Diminuição significativa da qualidade de vida

Lesões cutâneas podem causar dor, coceira ou sangramento, e quando localizadas em áreas expostas, afetam a aparência e o convívio social, gerando estresse psicológico e dificuldades emocionais.

4. Dificuldade de prognóstico e recidiva

Embora o carcinoma basocelular tenha alta taxa de cura, o carcinoma espinocelular e o melanoma são suscetíveis a recidivas após a cirurgia, exigindo acompanhamento prolongado, com alguns pacientes passando por várias cirurgias e recidivas da doença.

Tratamentos emergentes

Terapia celular de reconstrução imunológica

A terapia celular de reconstrução imunológica ativa o sistema imunológico do paciente para reconhecer e atacar os tumores, reforçando a resposta das células T nas lesões cutâneas e ajudando a eliminar micrometástases. É indicada para pacientes que não podem ser submetidos a cirurgia ou que necessitam de controle sistêmico mais eficaz, podendo reduzir a chance de recidiva e aumentar a sobrevida.

Durante o tratamento, pacientes com câncer frequentemente enfrentam comprometimento da função imunológica, aumento do risco de infecção e recuperação lenta após cirurgias e tratamentos convencionais como radioterapia e quimioterapia. Para apoiar o paciente durante o tratamento e melhorar sua tolerância e qualidade de vida, planos de reconstrução imunológica devem ser formulados em fases, com períodos distintos de tratamento.

● Plano de curto prazo: Aumento rápido da imunidade através de infusão de células imunológicas, para melhorar a eficácia do tratamento contra o tumor.

● Plano de médio prazo: Redução dos efeitos colaterais do tratamento convencional, promoção da recuperação física e conclusão de ciclos de tratamento normatizados.

● Plano de longo prazo: Melhoria da imunidade geral, incluindo reconstrução das células imunológicas, imunidade intestinal, reposição de elementos e nutrição imunológica, aumentando a qualidade de vida e prolongando a sobrevida.

Tratamentos tradicionais

1. Cirurgia de ressecção

Para cânceres de pele em estágio inicial, a ressecção local ampla é o tratamento preferido, garantindo que as bordas do tumor estejam livres de células doentes; em áreas complexas, técnicas como retalho ou enxerto podem ser usadas, equilibrando cura e estética.

2. Radioterapia

Indicada para casos que não podem ser tratados com cirurgia ou apresentam alto risco de recidiva, especialmente em áreas sensíveis como cabeça, pescoço e extremidades. A radioterapia pode reduzir a lesão e aliviar os sintomas, sendo frequentemente usada como terapia auxiliar.

3. Terapia alvo e imunoterapia sistêmica

Pacientes com melanoma avançado podem utilizar inibidores PD-1/PD-L1 ou medicamentos alvo BRAF/MEK, para melhorar o reconhecimento imunológico e inibir o crescimento do tumor, sendo mais eficazes em casos com múltiplas lesões ou metástases linfáticas.

Conclusão

Embora o câncer de pele tenha alta taxa de incidência, com prevenção solar, triagem precoce e tratamento adequado, a maioria dos casos pode ter um bom prognóstico. Especialistas do Centro Médico Internacional de Vida Conjunta enfatizam que o tratamento deve ser combinado com reconstrução imunológica, cirurgia local e terapias auxiliares como radioterapia e quimioterapia, visando um manejo individualizado para melhorar as taxas de cura e qualidade de vida, prevenindo recidivas e complicações.