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Melanoma
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Visão geral do melanoma

O melanoma é um tumor maligno originado pela proliferação anormal das células melanocíticas da pele, sendo o tipo mais grave de câncer de pele. O melanoma é o 5º câncer mais comum entre homens e mulheres nos Estados Unidos; sua incidência aumenta com a idade. Embora seja relativamente raro, tem um alto grau de malignidade e pode se espalhar rapidamente para outras partes do corpo. A detecção precoce e o tratamento imediato são fundamentais para aumentar a taxa de sobrevivência dos pacientes.

As causas do melanoma são complexas e incluem fatores genéticos, exposição à radiação ultravioleta e função imunológica comprometida. Com as mudanças ambientais e no estilo de vida, o número de pacientes com melanoma tem aumentado globalmente, tornando-se uma das principais preocupações de saúde pública mundial.

Taxa de incidência nos países ao redor do mundo

A incidência do melanoma é mais alta em países da Europa e América do Norte, especialmente na Austrália, Nova Zelândia e países nórdicos, devido à intensa radiação ultravioleta nesses locais. Nos últimos anos, países asiáticos como Japão e Coreia do Sul também têm visto um aumento na incidência. Embora a taxa seja mais baixa no sudeste asiático, o grande número de pessoas nessas regiões faz com que o número de casos seja significativo. Com o aquecimento global e o aumento da intensidade da radiação ultravioleta, a carga global do melanoma continuará a crescer.

Em 2020, estimou-se que 325.000 casos de melanoma foram diagnosticados globalmente (174.000 em homens, 151.000 em mulheres), com cerca de 57.000 mortes (32.000 em homens, 25.000 em mulheres). Dos novos casos diagnosticados em 2020, 259.000 (79,7%) tinham mais de 50 anos, e entre as mortes em 2020, 50.000 (87,7%) tinham mais de 50 anos.

Principais danos

1. Alta malignidade

O melanoma cresce rapidamente, com forte agressividade, sendo capaz de romper a membrana basal da pele e se espalhar para os linfonodos e órgãos distantes, levando a danos em múltiplos órgãos.

2. Facilidade de metastização

Este tipo de câncer pode se espalhar para os pulmões, fígado, cérebro e outros órgãos importantes por meio do sistema linfático e sanguíneo, aumentando a dificuldade do tratamento e reduzindo significativamente a taxa de sobrevivência do paciente.

3. Desafios no diagnóstico

Os sintomas iniciais do melanoma são variados e muitas vezes pouco evidentes, o que leva à negligência ou diagnóstico errado, resultando em atrasos no tratamento e aumento do risco de morte.

4. Tratamento complexo

Devido à alta heterogeneidade do melanoma e seus mecanismos de escape imunológico, os tratamentos tradicionais, como cirurgia e quimioterapia, têm eficácia limitada, e os pacientes frequentemente necessitam de tratamentos combinados.

Tratamentos emergentes

Terapia celular de reconstrução imunológica

A terapia celular de reconstrução imunológica trabalha ativando e reforçando o sistema imunológico do paciente para reconhecer e destruir as células do melanoma, melhorando significativamente o prognóstico do paciente. Esta terapia aumenta a atividade das células imunológicas, reduzindo as taxas de recidiva, com efeitos colaterais mais leves, sendo um grande avanço no tratamento do melanoma.

Durante o tratamento, os pacientes com câncer frequentemente enfrentam problemas como a função imunológica prejudicada, maior risco de infecção e recuperação lenta após procedimentos tradicionais como cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Para apoiar melhor os pacientes e melhorar sua tolerância ao tratamento e qualidade de vida, é necessário desenvolver planos de reconstrução imunológica em fases, com ciclos de tratamento específicos.

● Plano de curto prazo: Reforço rápido da imunidade através da infusão de células imunológicas, melhorando a eficácia do tratamento antitumoral.

● Plano de médio prazo: Redução dos efeitos colaterais do tratamento tradicional, promoção da recuperação e conclusão do ciclo terapêutico normatizado.

● Plano de longo prazo: Aumento da imunidade geral através da reconstrução celular imunológica, imunidade intestinal, reposição de elementos e nutrição imunológica, melhorando a qualidade de vida e prolongando a sobrevida.

Tratamentos tradicionais

1. Cirurgia de ressecção

A cirurgia é o tratamento preferido para o melanoma em estágio inicial, removendo o tumor e uma parte dos tecidos normais ao redor para alcançar a cura. Tem um efeito significativo em doenças localizadas.

2. Radioterapia

A radioterapia pode ser usada para tratar o melanoma localmente, especialmente após a ressecção cirúrgica, para eliminar células cancerígenas residuais ou prevenir recidivas locais. Também pode ser usada para controlar metástases amplas ou aliviar sintomas de dor.

3. Terapia alvo

Terapias direcionadas para mutações genéticas específicas ou vias de anomalias presentes nas células do melanoma também podem ser usadas. Esses medicamentos atuam em mutações específicas dentro das células cancerígenas para controlar ou inibir o crescimento do melanoma.

4. Quimioterapia

A quimioterapia não é frequentemente utilizada no melanoma, pois ele responde mal aos medicamentos tradicionais de quimioterapia. No entanto, para melanoma avançado ou metastático, a quimioterapia pode ser uma opção de tratamento.

Conclusão

Devido à alta malignidade e à facilidade de metastização, o melanoma representa uma grave ameaça à saúde. O diagnóstico precoce e o tratamento multimodal são fundamentais para controlar a doença. Especialistas do Centro Médico Internacional de Vida Conjunta destacam que a introdução da terapia celular de reconstrução imunológica oferece aos pacientes uma abordagem mais eficaz e segura para o tratamento, melhorando significativamente os resultados. O tratamento oportuno e a gestão científica são cruciais para melhorar a taxa de sobrevivência dos pacientes.