A prostatite é uma inflamação da próstata, podendo ser causada por infecções ou por fatores não infecciosos, como estresse e alterações imunológicas. É comum em homens jovens e de meia-idade, mas também pode afetar idosos. Os sintomas incluem aumento da frequência e urgência urinária, desconforto na região pélvica e perineal, além de disfunção sexual. A doença tende a ser recorrente, afetando a fertilidade e a qualidade de vida. De acordo com a etiologia e manifestações clínicas, divide-se em prostatite bacteriana aguda, bacteriana crônica, não bacteriana crônica e assintomática.
Situação na Europa e América do Norte
Nesses países, a taxa de procura médica por prostatite é elevada. Nos Estados Unidos, cerca de 10% dos pacientes atendidos em consultas urológicas apresentam essa condição. A prostatite crônica não bacteriana é a forma mais comum, representando mais de 90% dos casos.
Situação no Sudeste Asiático
Em países como China, Tailândia e Malásia, a incidência de prostatite vem aumentando, sobretudo entre jovens. Estilo de vida sedentário, alimentação picante e altos níveis de estresse estão entre os principais fatores desencadeantes.
1. Redução da fertilidade
A próstata secreta componentes essenciais do sêmen. A inflamação crônica pode comprometer a qualidade seminal e a motilidade espermática, levando à infertilidade.
2. Disfunção sexual
A inflamação sensibiliza os nervos pélvicos, podendo causar ejaculação precoce, dor ejaculatório, queda da libido e outros problemas que comprometem a vida sexual.
3. Distúrbios emocionais e psicológicos
A dor crônica e as recorrências frequentes geram ansiedade e depressão, prejudicando a vida cotidiana e a interação social.
4. Complicações no trato urinário
Sem tratamento adequado, a infecção pode ascender para a bexiga e rins, resultando em cistite ou pielonefrite.
Terapia com células-tronco
A terapia com células-tronco atua reparando tecidos locais da próstata, suprimindo a inflamação crônica, modulando o sistema imunológico e restaurando a função nervosa pélvica. Gradualmente, os sintomas são aliviados e a qualidade de vida melhora. É indicada para pacientes com recorrência frequente e refratários aos tratamentos convencionais.
① Melhora a microcirculação local da próstata, promovendo a regeneração tecidual
② Reduz a inflamação imunomediada, retardando a progressão da doença
③ Restaura a função nervosa, aliviando dor e desconforto urinário
④ Pode melhorar a qualidade seminal e aumentar a fertilidade
⑤ Não depende de antibióticos, apresentando efeito mais estável a longo prazo
1. Antibióticos
São a primeira escolha para prostatite bacteriana aguda e crônica, com preferência por quinolonas ou tetraciclinas. O tratamento deve ter duração adequada para evitar recaídas.
2. Bloqueadores alfa-adrenérgicos
Esses medicamentos relaxam a musculatura da próstata e do colo vesical, aliviando sintomas urinários. São frequentemente utilizados como terapia adjuvante na prostatite crônica não bacteriana.
3. Fitoterapia e fisioterapia
Fitoterápicos com efeito anti-inflamatório e de melhora da circulação, aliados a fisioterapia, termoterapia e acupuntura, contribuem para o controle da doença a longo prazo.
4. Mudanças no estilo de vida
Recomenda-se evitar longos períodos sentado, adotar dieta equilibrada e praticar atividade física moderada. Gestão emocional e rotina saudável ajudam a reduzir a recorrência da prostatite crônica.
5. Apoio psicológico
Em casos relacionados a ansiedade e estresse, terapias psicológicas e comportamentais podem auxiliar no controle da excitabilidade do sistema nervoso.
6. Imunoterapia
Alguns pacientes com prostatite crônica apresentam alterações imunológicas. O ajuste da resposta imune, incluindo a modulação da função dos linfócitos T, pode reduzir significativamente as recorrências.
A prostatite é uma condição comum, mas, quando mal tratada, tende a se tornar crônica, impactando gravemente a saúde masculina. Especialistas do Centro Médico Internacional Life Union destacam que a terapia com células-tronco, aliada a intervenções multidimensionais, oferece novas perspectivas de recuperação. O diagnóstico precoce e o tratamento imediato são fundamentais.