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Diagnóstico da disfunção erétil

A disfunção erétil é a incapacidade do homem de alcançar ou manter uma ereção suficiente para a relação sexual, frequentemente acompanhada por diminuição da libido e redução das ereções matinais. Se não for diagnosticada precocemente, pode agravar a ansiedade psicológica, afetar a relação conjugal e até indicar risco cardiovascular subjacente. O diagnóstico baseia-se principalmente em anamnese, exame físico, avaliação endócrina e testes de fluxo sanguíneo peniano.

Base para o diagnóstico da disfunção erétil

1. Avaliação da história clínica

O paciente deve fornecer um histórico sexual detalhado, incluindo duração e frequência das ereções, estado da libido e satisfação com a vida sexual. A presença de ereções matinais e função masturbatória preservada é um importante indício para diferenciar causas psicogênicas de causas orgânicas.

2. Exame físico

O médico avalia os caracteres sexuais secundários, examina a estrutura dos órgãos genitais e a próstata, além de verificar se há atrofia testicular, deformidades penianas ou outras anormalidades que possam sugerir causas anatômicas.

3. Avaliação endócrina

Exames de sangue para testosterona, prolactina e hormônios tireoidianos ajudam a excluir distúrbios hormonais relacionados à disfunção sexual. Baixos níveis de testosterona são comuns em idosos ou em pacientes com doenças metabólicas.

4. Avaliação do fluxo sanguíneo peniano

O ultrassom Doppler avalia a velocidade do fluxo arterial peniano e o índice de resistência vascular, sendo fundamental para identificar ED de origem vascular. Os resultados determinam se há insuficiência arterial ou fuga venosa.

5. Teste de injeção medicamentosa

A injeção intracavernosa de fármacos, como alprostadil, induz ereção artificial, permitindo observar a resposta. Se a ereção for normal após a injeção, o problema pode estar relacionado a fatores psicológicos ou distúrbios na condução nervosa.

6. Avaliação psicológica e emocional

Na disfunção erétil psicogênica, deve-se avaliar ansiedade, depressão, qualidade da relação conjugal e outros fatores emocionais. Questionários específicos e avaliação psicológica auxiliam na determinação da influência psíquica.

7. Teste de ereção peniana noturna (NPT)

Esse exame avalia a ocorrência de ereções fisiológicas durante o sono. Se presentes à noite, mas ausentes durante a relação sexual, a disfunção é geralmente de origem psicológica.

8. Exames neurológicos

Em casos suspeitos de ED neurogênica, podem ser realizados testes de reflexo do nervo pudendo e exames eletrofisiológicos para detectar possíveis distúrbios de condução nervosa ou lesões medulares.

Conclusão

O diagnóstico da disfunção erétil deve ser abrangente, incluindo aspectos psicológicos, fisiológicos e endócrinos. Especialistas do Centro Médico Internacional Life Union recomendam que homens com sintomas persistentes procurem atendimento médico precoce. O diagnóstico preciso, aliado a métodos modernos de investigação, estabelece a base para terapias avançadas, como a terapia com células-tronco.